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domingo, 22 de agosto de 2010

Ideias Fora da Caixa

Outro dia meu mentor comentou sobre ações incomuns de algumas empresas. E disse que precisamos de atitudes desse tipo, as chamadas “Ideias Fora da Caixa”. Refletindo sobre isso percebi que a AMBEV tem tido boas ideias nesse sentido, como: a latinha que fala, a garrafa retorcida, o rótulo termossensível que avisa quando a cerveja está gelada, o concurso República Redonda. Esse último é meu favorito, achei uma puta sacada.



Quando penso sobre isso fico imaginado várias pessoas em volta de uma mesa de reunião e alguém dizendo: vamos fazer uma latinha que fala! Hamm? Como deve ter sido a recepção da ideia pelas outras pessoas e por quanto tempo o criador ficou pensando até ter coragem de falar. Pode ser que todo esse processo tenha sido bem mais simples do que eu imagino e a ideia que parecia absurda pode ter sido recebida com curiosidade.


Acredito que para se ter ideias como essas em um curto espaço de tempo a empresa deve promover um clima favorável a isso, sem censuras ou recriminações e todas as ideias devem ser aceitas até que provem que não são viáveis. Sinto que na Rumo isso está começando. Ouvir de um diretor que precisamos ter ideias desse tipo e demonstrar que está antenado com as tendências do mundo coorporativo já é um bom começo.
 
Ps: pra quem se interessa pelo tema, vale a pena conferir o blog "Colocando as ideias pra fora da caixa" by Gabriel Setten: http://gasetten.blogspot.com/ 

domingo, 15 de agosto de 2010

A Rumo e a Argila

Nesse ano realizei um grande sonho: ser trainee de uma grande empresa. E está sendo melhor que do que eu imaginava. Os desafios; a autonomia; a relação com os mentores: o formal e o informal; a proximidade com a alta administração da empresa; a nova cidade; os treinamentos e com certeza o aprendizado.

Porém algo vem me incomodando já a algum tempo; me deixando inquieto: Estou sempre com a sensação de que poderia fazer mais, de que não estou contribuindo com tudo que posso. Todos os dias volto pra casa com a sensação de que devia continuar trabalhando, e fico pensando: acho que vou trabalhar de casa. Mas aí vem o dilema; trabalho ou academia, ver TV, ler. Afinal como legítimo Y que sou, também me preocupo com a qualidade de vida. E assim vai.

Acredito que esse sentimento se deve a quantidade de coisas e projetos que há pra se fazer na Rumo. Eu a vejo como um pedaço de argila a ser moldado. Onde tenho muito a contribuir para tornar esse pedaço de argila em uma empresa referência em eficiência na gestão e no serviço prestado. Misturado a isso, há fato de eu ser um PDA (trainee da Cosan), onde há uma atenção especial sobre nós. O que nos faz querer mostrar um excelente trabalho e corresponder às expectativas.

Enfim, esse é só mais um dos inúmeros desafios que tenho e terei que enfrentar durante minha carreira. E só tenho a agradecer as oportunidades que estou tendo de fazer a diferença. Quanto a Rumo, essa é uma das grandes oportunidades da minha vida profissional. Já somos o MAIOR terminal portuário de açúcar do mundo e agora precisamos ser a MELHOR empresa de logística de açúcar do mundo.


E eu, acredito tanto no sucesso dessa empresa quanto no meu como profissional.